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Nasceu um elefante amarelo

Não crie elefantes amarelos. Pois é! Foi o que você acabou de criar em pensamento. Vou além: não pense em elefantes amarelos e muito menos numa manada de elefantes amarelos correndo pelas empoeiradas planícies da África. Vixe, agora ferrou! Como você pensou nisso se não existem elefantes amarelos?

Assim é a nossa mente, capaz de criar tudo, mesmo que não exista, basta estimula-la. O problema é que estamos constantemente criando elefantes amarelos, ou seja, acreditando no que os outros falam da gente ou pensando de si mesmo coisas que podem não corresponder à realidade. Tipo… não sou bonito, ninguém gosta de mim, eu não presto, como sou burro, e por aí vai. Ainda pode piorar! Você conhece alguém que fala essas coisas de si mesmo? Nesse caso há uma retroalimentação negativa porque a pessoa pensa, fala, se ouve falando e reforça o pensamento distorcido.

Parece inocente, mas os efeitos desses pensamentos, se persistentes, podem ser devastadores, pois tem o poder de nos fazer acreditar que são verdadeiros.

E não tem esse negócio de “sou mesmo”. Todos temos nossa beleza, alguém que goste da gente e doses de presteza e inteligência, cada um do seu jeito. Ninguém é melhor do que você, pois és único, assim como não és melhor do que ninguém. Isso se chama individualidade.

Um exemplo clássico: quem tem mais conhecimento, um médico ou um índio? Os dois. O médico em um hospital e o índio no local em que vive. Um não consegue fazer o que o outro faz, mas ambos podem depender do outro. O índio se estiver doente e o médico se estiver perdido na mata.

Sobre elefantes amarelos eu li, há muito tempo, no livro Um Minuto para Mim, do psicólogo americano Spencer Jhonson, mas refleti sobre o assunto.

Se trate bem, valorize as suas qualidades e nunca se esqueça: muito do que você é, é resultado do que pensa de si mesmo.

Elefante amarelo: Não deposite essa idéia na sua mente!

 

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