Medo e angústia, ingredientes da paralisia
agosto 1, 2017

Por que criei essa página?

Vamos começar assim: “Não são as situações na nossa vida que causam angústia, mas sim a nossa interpretação sobre tais situações.” Aaron T Beck.

 

Historicamente a psicologia tem sido estigmatizada pela correlação com a loucura. Isso que é que é loucura! Rs. Para mim, um das principais funções da psicologia é afastar o indivíduo desta.

Funciona mais ou menos assim: sabe quando você começa a passar mal e vai procrastinando para não ir ao médico e quando você chega a ir o quadro já piorou? Pois é, o mesmo pode acontecer com nossos sintomas mentais que nos fazem mal e refletem no nosso comportamento, o que, obviamente, não é doença, não é loucura, mas nos provocam angústia.

Assim como vários canceres que, se descobertos no início, têm cura, os sintomas de uma depressão ou vários outros males da mente, se administradas no início tem maior probabilidade de não evoluir para uma depressão ou outro transtorno qualquer. Claro que essa administração dos sintomas deverá ser sem o uso de medicamentos, pois sabemos para que servem.

Não falo aqui, das questões sistêmicas, genéticas, congênitas ou neurológicas, mas do cotidiano, situações do dia a dia que desencadeiam sintomas e podem disparar uma predisposição devido à falta de cuidado com a nossa mente, nossos pensamentos e, consequentemente, nosso comportamento que podem nos levar a algum distúrbio da mente.

Bom, se tenho tanta resistência em fazer psicoterapia porque é “coisa para doido” ou porque é demorado e acaba ficando caro, porque não procurar ajuda de um profissional qualificado para expor a minha dor, o sofrimento provocado por meus pensamentos? É fato que um psicólogo tem maiores condições de avaliar uma situação e orientar quanto às várias possibilidades para sair de uma situação de angústia, de sofrimento. Claro que isso exige do angustiado/sofredor comprometimento e disciplina. Ainda assim a regra não é geral, pois, por incrível que pareça, o sofrimento também pode mover as pessoas, ou seja, elas precisam desse sofrimento para continuar a sua caminhada.

Por fim, todos necessitamos de acolhimento e ao mesmo tempo encarar nossos “demônios internos” para evitar que nossa vida se transforme em um “inferno”.

Essa é a proposta: Oferecer diferentes interpretações para as situações que causam suas angústias apontando as portas de saída, agora… quem tem que escolher a porta e atravessar é você

 

Obs: Respeitando a adversidade, evitarei utilizar termos técnicos para facilitar a compreensão.

 

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