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Raiva? Nem cachorro merece.

Estamos em agosto, mês de vacinação dos animais contra raiva, a doença, mas bem que seria bacana existir uma vacina contra a raiva, emoção. Rs.

Raiva é uma emoção que é provocada por uma situação que, geralmente, envolve um terceiro. Essa emoção é extremamente nociva para o nosso organismo porque produzem enormes quantidades de cortisol e adrenalina no corpo, que podem provocar estresse, problemas cardíacos (hipertensão arterial, ataque cardíaco), gastrointestinais (gastrites ou úlceras), dores musculares, dores de cabeça, ganho de peso e, obviamente, problemas relacionais.

“Peraí”! Quer dizer que o outro me faz raiva e eu ainda adoeço? Exatamente.

Bom, ninguém é isento dessa emoção, pois não temos sangue de barata e nem coração de plástico, maaas… há algo que eu possa fazer, porque uma coisa é sentir raiva e outra é alimentar. Penso que, quando eu alimento a raiva, estou atingindo o objetivo daquele que a provocou, enquanto ele, provavelmente, segue a vida normalmente e eu fico adoecendo sozinho.

Tem até uma parábola muito conhecida, mas legal para ilustrar: Imagine que você crie dentro de si dois cães, um é muito bravo e o outro é manso. Se tiver uma briga entre eles, qual cão vai sobreviver? A tendência é imaginar que seja o bravo, mas não. Sobreviverá o que você alimentar mais. Assim é com a raiva. Quanto mais você alimenta, mais ela acabará com a sua saúde.

A forma de minimizar isso é não dar ao outro o prazer de conseguir mantê-lo com raiva. Sentir sim, mas que seja pelo menor tempo possível. O que adoece é ficar “remoendo”.

 

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