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Uma característica humana é julgar os outros. Mas o que está por trás dos julgamentos que fazemos? A primeira coisa que pode estar por trás disso é a injustiça. Julgamentos são baseados nas “nossas” percepções sobre o outro. Julgamos conforme em nossos valores, nossas crenças e, quando fazemos isso, não estamos respeitando as crenças e valores dos outros. Além disso, costumamos julgar sem conhecer a história dele, não sabemos que ele passou na vida, as dificuldades que teve ou os possíveis traumas que desenvolveu.
Curiosamente, muitas das vezes, a inveja anda de mãos dadas com os julgamentos, mesmo sem a gente perceber desejamos, de alguma forma, ser como quem julgamos. Costumamos falar do que não somos capazes ou não temos coragem de fazer, ainda que tenhamos vontade, aí recriminamos.
Também não podemos deixar de dizer que, enquanto gastamos nosso tempo julgando as pessoas, estamos deixando de avaliar os próprios atos o que pode fazer com que fiquemos expostos ao julgamento dos outros também.
Julgar os outros é perda de tempo, pois não o fará mudar e não existe ninguém igual. Ao longo do tempo até nós mudamos, assim qual o objetivo de julgarmos ou ficarmos sensurando o outro pelo jeito que ele é ou se comporta? Simples: Porque há um prazer nisso. Verdade, há mesmo, mas não elimina nada do que você leu acima.
Por fim, ninguém está livre de julgar ou ser julgado, porém não permita que isso se torne um hábito com força suficiente para você deixar de viver a sua vida de tanto observar a vida dos outros.

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