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Vou vingar!

Uma das atitudes que mais atrasam a vida é a vingança. Quando alguém nos faz alguma coisa, de propósito ou não, que nos causa raiva, “ódio” devido ao sentimento de injustiça, termos sido lesados, ofendidos ou prejudicados. Em várias situações podemos ser tomados pelo desejo de vingança. Nesse momento somos tomados por pensamentos que e planejamentos que nos provocam prazer, portanto a vingança é uma decisão consciente. A questão é que enquanto não concluirmos nossa vingança, esses pensamentos ficarão martelando em nossa mente, o que alimenta a raiva ou o ódio.
Por outro lado, quer dizer que fazer o outro sentir o que eu senti, ou pior, me dá prazer? Ora! Se você não gostou do sentimento que o outro lhe provocou, deveria sentir prazer em lhe provocar um sentimento igual? Até porque, com certeza, o sentimento do outro não será igual ao seu. Pode até ser que ele não se importe. Podemos concluir que o sentimento de prazer decorrente de uma vingança é uma questão que não depende dos efeitos, mas do ato. Mesmo que não tenha o efeito esperado, a pessoa sente prazer simplesmente pelo fato de imaginar que atingiu seu objetivo, ou seja? É um autoengano.
Se acontecer uma situação em que você fique chateado, com raiva, ódio ou sentimento de vingança por algum motivo, espere que passará. Se a pessoa não lhe faz bem, afaste-se, se é importante para você, avalie se você tem a mesma importância para o outro. A melhor vingança é cuidar melhor de si mesmo e, definitivamente, prejudicar os outros não é o mais adequado.
A vingança pode dar prazer, mas não alimenta a nossa paz.

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